Recentemente, o ex-presidente foi submetido a uma cirurgia para correção de hérnia, além de passar por procedimentos médicos para controlar soluços.
Aliados do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) reativaram sua atuação nos Estados Unidos, buscando que o país restabeleça sanções contra o ministro do STF, Alexandre de Moraes, similarmente à Lei Magnitsky.
Segundo informações do R7 Planalto, essa movimentação ocorre em resposta às complicações de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre uma pena superior a 27 anos de prisão na Superintendência da PF, em Brasília.
Nas últimas semanas, Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia de hérnia e a dois procedimentos médicos para controlar soluços. Esta semana, ele informou ter caído da cama na cela e foi submetido a exames.
Na ocasião, Moraes permitiu que o ex-presidente fosse ao hospital apenas 24 horas após a queda. O ministro requisitou detalhes sobre a condição de saúde de Bolsonaro e pediu à defesa que indicasse quais exames deveriam ser realizados. Essa postura gerou críticas entre os apoiadores do ex-presidente.
Aliados nos Estados Unidos expressaram a expectativa de que Trump reestabeleça as punições, argumentando que o presidente americano perceberá o “equívoco” cometido ao retirar as sanções contra Moraes.
Em julho de 2025, os Estados Unidos incluíram o ministro na lista de sancionados pela Lei Magnitsky. Posteriormente, sua esposa, Viviane Barsi, também recebeu sanções.
Entretanto, em 12 de dezembro, o país retirou ambos da lista, que implica uma “morte financeira” para os sancionados.
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Fonte: portalcorreio.com.br | Publicado em 2026-01-10 11:26:00
