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sexta-feira 17 julho 2026

Atriz revela ser alvo do golpe da hospedagem em Belém e gera alerta

Lucélia Santos, que esteve em Belém para apresentar uma peça teatral por conta da COP30, usou suas redes sociais para informar que foi vítima de um golpe de hospedagem naquela cidade.

A atriz declarou ter alugado um imóvel online para acomodar sua equipe na capital paraense, porém as fotos do anúncio não correspondiam à realidade. “Eu tive um imenso problema em Belém. Fui vítima do golpe da moradia”, relatou a atriz. “Eu tinha reservado nosso alojamento pela internet e, quando chegamos no dia combinado, eu e toda a minha equipe, descobrimos que era tudo mentira.”

“O que nos alugaram não tinha nada a ver com o que foi oferecido, ou seja, as imagens eram de outro lugar. O local que nos destinaram era terrível”, complementou Lucélia.

Diante disso, a atriz optou por retornar a Ananindeua, na região metropolitana de Belém, onde se hospedou no Fortel Floresta. “Ficamos lá até o último dia”, disse ela, que teceu elogios ao local e expressou gratidão pelo apoio da prefeitura local.

‘VOZES DA FLORESTA’
A atriz está em turnê com o espetáculo “Vozes da Floresta – Chico Mendes Vive”, no qual apresenta uma gravação inédita do seringueiro Chico Mendes, líder sindical e ativista que foi assassinado em 1988. Ao montar a peça, em 2022, Lucélia Santos resgatou de seu acervo pessoal um depoimento inédito gravado por ela mesma em fita K-7, com relatos do sindicalista, pouco antes de sua morte.

O espetáculo retrata a história de resistência do movimento dos seringueiros acreanos, a partir da trajetória do líder sindicalista e ambientalista, narrada por ele próprio a Lucélia em maio de 1988, durante a visita da atriz ao Acre.

Em sua publicação nas redes sociais, Lucélia expressou que as três apresentações realizadas no Pará foram um “sucesso absoluto”.

“Começamos no Barco da FAS [Fundação Amazônia Sustentável], um espaço pequeno, atracado no cais, onde a peça ganhou vida de uma maneira surpreendente. Em seguida, demos um salto enorme: duas sessões no Teatro Margarida Schivasappa, em Belém, com 500 lugares e um palco do tamanho do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. E funcionou. Funcionou lindamente. Casa cheia, público presente, e uma troca artística muito forte nas três apresentações”, comemorou a artista.

“Volto com a memória viva das manifestações indígenas que pude acompanhar de perto. Que coragem, que luta. Seguem firmes e fazendo barulho, e que esse barulho ecoe onde precisa ecoar”, finalizou Lucélia.

*ANAHI MARTINHO/Folhapress


Fonte: paraibaonline.com.br | Publicado em 21 de novembro de 2025, às 11h19


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