Como presidente Gravina optando por se afastar, sinto-me livre para realizar o que considero um ato responsável. Embora acredite sinceramente que construímos um forte espírito de equipe e união com Rino Gattuso e todos os colaboradores, no curto período de tempo disponível para a seleção, o objetivo principal era levar a Itália à Copa do Mundo. Não tivemos sucesso.
É justo que os que vem após mim tenham liberdade para escolher quem consideram mais adequado para ocupar o meu lugar. Representar a seleção nacional é uma honra e uma paixão que me consome desde a infância.
Abracei meu papel com dedicação, tratando cada área como uma conexão, um elo para o diálogo e sinergia entre as equipes de base, buscando estruturar, junto com gestores, um projeto que comece com os jovens e vá até a seleção nacional sub-21, para repensar como os talentos da futura seleção principal são treinados.
Solicitei e obtive a inclusão de figuras-chave com vasta experiência, implementando mudanças necessárias com visão a médio e longo prazo, junto com competências existentes.
Por acreditar na meritocracia e especialização profissional, caberá aos responsáveis julgarem a validade dessas escolhas.
Guardo tudo no coração, com gratidão pelo privilégio e pelo ensinamento que, mesmo em seu doloroso final, essa intensa experiência me deixa.
Fonte: paraiba.com.br | Publicado em 2026-04-02 16:10:00
