O adestrador de animais de São Carlos, São Paulo, foi preso em flagrante em 8 de janeiro de 2023, no Palácio do Planalto, em Brasília.
Lisboa alegou que ingressou no Palácio para se proteger de explosões e não se envolveu em atos de vandalismo durante o interrogatório.
Em maio de 2023, ele tornou-se réu e, em agosto, foi solto sob medidas cautelares. Posteriormente, foi condenado e fugiu para a Argentina após deixar o Brasil, conforme informações divulgadas pela associação nas redes sociais.
Condenação
O Supremo Tribunal Federal (STF) já condenou mais de 800 pessoas pelos atos de 8 de janeiro de 2023, com penas que variam de 2 a 27 anos de prisão. A maioria dos condenados, 225, teve suas ações consideradas graves.
De acordo com um balanço do STF divulgado em janeiro, 122 pessoas são consideradas foragidas. A Corte informou que medidas foram adotadas para o pedido de extradição em relação à metade delas, junto a autoridades estrangeiras.
Esses indivíduos estavam sendo monitorados por tornozeleiras eletrônicas e deixaram o país após romper o equipamento. Após a extradição, deverão cumprir suas penas em regime fechado.
Extradição
O caso de José Éder Lisboa ocorre em paralelo a outras decisões judiciais envolvendo investigados pelos ataques às sedes dos Três Poderes em Brasília.
No início do mês, a Comissão Nacional para Refugiados da Argentina concedeu asilo a Joel Borges Correa, de 47 anos, condenado no Brasil a 13 anos e seis meses de prisão.
Em novembro de 2024, Corre…
